A China e o Japão provavelmente serão os primeiros países a agir para ampliar os recursos do Fundo Monetário Internacional (FMI) com o objetivo de ajudar a lidar com a crise financeira global, mas nenhum dos dois se comprometerá antes que a zona do euro chegue a um acordo para elevar seus próprios fundos de resgate, disseram autoridades durante reuniões do G-20 (grupo das 20 maiores economias do mundo), neste sábado.

Segundo as autoridades, o que se fala nas reuniões é que a China contribuiria com US$ 100 bilhões e o Japão, com US$ 50 bilhões. Uma outra autoridade afirmou que nenhuma promessa específica ao FMI deverá ser incluída no comunicado final do G-20 a ser publicado amanhã. Autoridades chinesas e japonesas e um porta-voz do FMI se recusaram a comentar a informação. As informações são da Dow Jones.