O crescimento recorde de 9,6% apurado nas vendas do comércio varejista nacional no ano passado – o maior da série histórica do IBGE, que teve início em 2001 – "se deve à conjuntura econômica propícia para o varejo", segundo o técnico da coordenação de comércio e serviços do IBGE, Reinaldo Pereira.

Ele citou como "variáveis econômicas" propícias para o setor a queda na taxa básica de juros (Selic), que segundo ele reduziu o custo do crédito; a estabilidade econômica brasileira, "que traz confiança para consumidores e empresários, alongando prazos de pagamento"; a valorização do real "que facilita importações, barateando os produtos" e, ainda, o aumento da massa salarial.