O custo médio da energia para a indústria brasileira subiu de R$ 537,40 por megawatt-hora (MWh) para R$ 543,90/MWh depois de reajustadas as tarifas de sete distribuidoras: AES (RS), Uhenpal (RS), Coelba (BA), Coelce (CE), Cosern (RN), ESE (SE) e Celpe (PE). A informação foi divulgada nesta terça-feira, 05, pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).

Segundo a entidade, o Brasil continua ocupando a primeira posição no ranking de países com as tarifas mais caras de energia elétrica. Em seguida aparecem a Índia (R$ 504,10/MWh) e a Itália (R$ 493,60/Mwh).

No País, a liderança é do Rio de Janeiro, onde o MWh, com tributo, custa R$ 653,27. Em seguida vem o Espírito Santo (R$ 639,28) e o Mato Grosso do Sul (R$ 630,52). São Paulo aparece na 14ª colocação, com o MWh a R$ 521,44.