O câmbio acompanhou a oscilação dos mercados em Nova York. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar à vista fechou nesta segunda-feira (25) com alta de 0,41%, a R$ 1,952, após oscilar da mínima de R$ 1 930 à máxima de R$ 1,954. No mercado interbancário, o dólar comercial também subiu 0,41% e encerrou a R$ 1,951, com mínima a R$ 1,931 e máxima a R$ 1,956.

Os investidores continuam buscando proteção nos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, cujos preços estão em alta e as taxas de juros em queda. Os mercados seguem atentos aos desdobramentos de problemas em fundos hedge (que investem em ativos variados) e aguardam a reunião do Comitê de Mercado Aberto (Fomc) do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), que começa na quarta e termina na quinta-feira.

Imóveis

Entre os indicadores norte-americanos divulgados hoje, o dado de venda de imóveis usados veio em linha com as expectativas e os outros dois índices – de atividade do Fed de Chicago e de Dallas – não atraíram tanta atenção. O indicador do setor imobiliário ajudou a dar suporte momentâneo às Bolsas em Wall Street, mas assim que o dólar fechou no Brasil os mercados de ações norte-americanos operavam em baixa, assim como a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).

As persistentes preocupações de que Pequim irá adotar medidas de aperto monetário para controlar a inflação fizeram as Bolsas da China fecharem em forte baixa pelo segundo pregão consecutivo, hoje.