O governo mantém a expectativa de obter no final do ano um superávit de US$ 5 bilhões na balança comercial. A secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Lytha Spíndola, explicou hoje (4) que, em alguns meses do segundo semestre do ano, os produtos agrícola ainda vão influenciar positivamente as exportações.

Apesar da expectativa de retomada da atividade econômica o ministério não acredita que isso poderá afetar as previsões da balança.

?O fato de termos um provável crescimento das importações, em decorrência da recuperação da atividade econômica, não significa que vamos reduzir o saldo comercial?, afirmou o secretário-adjunto de Comércio Exterior, Ivan Ramalho. ?Não acredito que o saldo do segundo semestre do ano será inferior ao do primeiro?, completou.

Ao comentar o saldo positivo de US$ 1,932 bilhão acumulado até maio, ele ressaltou que o superávit verificado entre junho de 2001 e maio de 2002 é de US$ 4,930 bilhões, o maior registrado pelo governo desde 1995, para períodos de 12 meses.