O índice dos gerentes de compras, que mede a atividade industrial dos Estados Unidos, recuou de 52,9 em agosto para 52,6 em setembro, de acordo com o Instituto para Gestão da Oferta (ISM, na sigla em inglês). A previsão de analistas era de alta para 54.

O índice de preços caiu de 65 em agosto para 63,5 em setembro, enquanto o de emprego oscilou de 46,4 para 46,2. O índice de novas encomendas caiu de 64,9 em agosto para 60,8 em setembro, enquanto o de produção cedeu de 61,9 para 55,7. O índice de estoques aumentou de 34,4 em agosto para 42,5 em setembro.

Construção

Também foram divulgados hoje dados sobre gastos com construções e vendas de residências. Os gastos com construção saltaram inesperadamente em agosto nos Estados Unidos, refletindo os benefícios fiscais concedidos à indústria imobiliária. Os gastos totais subiram 0,8% para o nível sazonalmente ajustado de US$ 941,88 bilhões, informou o Departamento do Comércio. A expectativa era de que os gastos ficariam estáveis. Mas o inesperado aumento de agosto é minimizado por uma forte revisão em baixa do número de julho, para queda de 1,1%, de retração de 0,2% informada anteriormente. Em comparação a agosto do ano passado, os gastos caíram 11,6%.

Já o índice de vendas pendentes de imóveis residenciais nos EUA saltou 6,4% em agosto, para 103,8, de 97,6 em julho, informou a Associação Nacional de Corretores de Imóveis. Trata-se da sétima alta consecutiva nas vendas pendentes e superou a previsão de analistas de alta de 1,5%. O índice de agosto é 12,4% maior do que o registrado em agosto de 2008, e está no maior nível em mais de dois anos.

O índice se baseia em vendas pendentes de moradias usadas. A venda de um imóvel está pendente quando o contrato foi assinado, mas a transação não foi concluída, o que costuma ocorrer dentro de um a dois meses da assinatura. As informações são da Dow Jones.