O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede a inflação da cidade de São Paulo, registrou uma deflação de 0,11% na segunda quadrissemana de março. O número representa uma queda em relação à primeira leitura do mês de março, quando apresentou uma inflação de 0,06%. Na comparação com a segunda medição de fevereiro, o índice também mostrou queda, já que o IPC naquele levantamento foi uma inflação de 0,83%.

O resultado apurado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) ficou dentro do intervalo das previsões de 16 instituições pesquisadas pelo AE Projeções, que apontavam que o índice poderia ficar entre -0,15% e 0,07%, com mediana em -0,04%.

Os grupos Alimentação e Educação os únicos cuja inflação acelerou na segunda quadrissemana de março ante a primeira leitura do mês. A inflação de Alimentação subiu para 0,64%, de 0,49%. Educação, por sua vez, avançou para uma alta de 0,13%, ante 0,10%, na mesma comparação.

Por outro lado, Habitação e Despesas Pessoais apresentaram uma deflação maior na segunda leitura de março ante a primeira. Habitação caiu 1,11%, depois de recuar 0,69% na quadrissemana anterior. Despesas Pessoais atingiu -0,53%, de -0,26%.

O grupo Transportes obteve uma alta menor na segunda leitura de março a 0,51%, de 0,69% na primeira quadrissemana do mês. Saúde seguiu o mesmo caminho atingindo uma inflação de 0,47%, de 0,53%. A inflação de Vestuário também desacelerou para 0,40%, de 0,43%.

Veja como ficaram os itens que compõem o IPC na segunda leitura do mês de março:

Habitação: -1,11%

Alimentação: 0,64%

Transportes: 0,51%

Despesas Pessoais: -0,53%

Saúde: 0,47%

Vestuário: 0,40%

Educação: 0,13%

Índice Geral: -0,11%