A Itália aprovou medidas nesta quarta-feira que possibilitarão que o governo atinja o seu objetivo de manter o déficit fiscal abaixo de 3% do produto interno bruto (PIB) em 2013.

O gabinete italiano aprovou cortes de gastos cobertos pelos ministérios, juntamente com a venda de cerca de 500 milhões de euros em ativos imobiliários.

Nenhuma decisão foi tomada sobre a forma de financiar a abolição de um imposto impopular sobre residências primárias, que deve render 2,4 bilhões de euros aos cofres do Tesouro.

Apesar da relutância em cortar gastos públicos, o primeiro-ministro italiano, Enrico Letta, e outros políticos do governo de coalizão disseram que vão apresentar grandes cortes de impostos da folha de pagamento a partir de 2014.

O governo italiano deve apresentar à Comissão Europeia o seu orçamento para 2014 em 15 de outubro. Fonte: Dow Jones Newswires.