A dívida em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) deve fechar o ano em 34,50%, segundo o boletim Focus divulgado nesta segunda-feira, 7, pelo Banco Central. Uma semana antes, a relação estava em 34,70% e um mês atrás, em 35,00%. Para 2014, também houve redução do parâmetro de 34,80% visto há quatro semanas para 34,70% da semana passada e para 34,30% agora.

Já para o déficit em conta corrente, a mediana de US$ 79 bilhões verificada na semana passada foi mantida agora – quatro semanas antes estava em US$ 78 bilhões. Também ficou inalterada em US$ 77 bilhões a previsão mediana para esse indicador em 2014. Um mês antes, estava em US$ 78,90 bilhões.

A expectativa para o financiamento desse déficit por meio do Investimento Estrangeiro Direto (IED) foi mantido em US$ 60 bilhões tanto para este quanto para o próximo ano. No caso da balança comercial, a expectativa de um superávit de apenas US$ 2 bilhões em 2013 foi mantida no Focus de hoje – um mês atrás estava em US$ 2,50 bilhões. Para 2014, no entanto, caiu a projeção mediana de US$ 10 bilhões, vista tanto na semana passada quanto um mês atrás, para US$ 9,25 bilhões.

IGP-DI

O IGP-DI segue em trajetória ascendente, de acordo com o Focus. A mediana das estimativas para o índice ao final de 2013 subiu de 5,63% para 5,67% ante uma taxa prevista de 4,79% um mês atrás.

Já para 2014, houve redução das previsões para esse indicador, passando de 5,96% para 5,92% de uma semana para outra. Um mês antes estava em 5,72%.

No caso do IGP-M, houve um movimento contrário, com retração das expectativas para 2013 e aumento para o ano que vem. A mediana para o final deste ano passou de 5,73% para 5,72% esta semana ante taxa de 4,62% vista quatro semanas atrás.

Para 2014, a mediana para o índice subiu de 5,90% para 5,92% de uma semana para outra – um mês antes estava em 5,59%. Já em relação à inflação paulista deste ano, a Focus demonstrou uma forte queda, já que a mediana para o IPC-Fipe passou de 4,25% para 3,97%. Um mês antes, a mediana para o índice estava em 4,22%.

Para 2014, a taxa seguiu em 5,33% como na semana passada, ainda maior do que a variação de 5,27% observada um mês antes. No caso dos preços administrados, houve manutenção do indicador de 2013 em 1,80%, taxa vista já há seis semanas no Focus. Para 2014, houve uma redução das estimativas para a alta desse conjunto de preços, de 4,20%, mesma variação vista um mês atrás, para 4,10%.