O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de Curitiba foi de 1,12% na primeira prévia do mês de novembro. Em outubro, o índice havia sido de 0,90%. O grupo Alimentos e Bebidas continua sendo o vilão da aceleração de preços. O cálculo foi realizado pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), e divulgado ontem.

O grupo Alimentos e Bebidas apresentou alta de 2,29%. Os itens que pesaram no resultado com aumentos nos preços foram batata-inglesa (16,91%), linguiça (19,21%), açúcar (11,08%), farinha de trigo (15,78%) e pão francês (2,93%).

Dentre os itens pesquisados, os que mais influenciaram da ordem da maior para a menor contribuição foram plano de saúde (12,03%), etanol (8,82%), automóvel de passeio e utilitário usados (1,07%), almoço e jantar fora de casa (1,80%), passagem aérea (10,09%), batata-inglesa (16,91%), aluguel de moradia (0,73%), disco laser cd (8,55%), diarista (3,48%) e condomínio (1,83%).

Os demais grupos grupos tiveram as seguintes variações: habitação (0,63%), artigos de residência (-0,03%), vestuário (-0,50%), transporte e Comunicação (0,72%), saúde e cuidados pessoais (3,06%), despesas pessoais (0,73%).

Para o cálculo da inflação, o Ipardes coleta, mensalmente, em Curitiba, cerca de 60 mil preços de produtos consumidos por famílias que ganham de R$ 510,00 a R$ 20.400,00.