O valor da tarifa da Rede Integrada de Transporte (RIT) será definido na semana que vem, após análise da Coordenadoria da Região Metropolitana (Comec) nas propostas apresentadas pela Urbs ontem, em reunião a portas fechadas, na Secretaria Municipal do Meio Ambiente.

De acordo com o presidente da Urbs, Sérgio Tocchio, a integração do sistema é o principal ponto a ser preservado. Ele afirmou que só espera a avaliação do presidente da Comec, Alcidino Pereira Bittencourt, para anunciar os reajustes. “Não podemos nos precipitar. A avaliação é detalhada. Sei que é difícil, mas todos devem ter paciência”, diz.

Tocchio (foto) explicou que o aumento ainda não aconteceu porque a entidade precisa de documento que comprove a posição legal da Comec, concordando com uma das propostas apresentadas pela Urbs. Há duas semanas, o governo encaminhou ao órgão público que administra o transporte da cidade, carta de concordância, aceitando os cálculos da planilha de custos feitos e divulgados em janeiro. Mas o presidente da Urbs confirmou que somente com documento oficial, mostrando o parecer da Comec, o reajuste poderá ser aplicado.

Opções

São três as opções em estudo pela Comec. Uma delas é que o aumento ocorra em todas as linhas da rede integrada, incluindo as linhas de Curitiba, com o valor único de R$ 1,90. A segunda proposta seria a criação da tarifa média para linhas metropolitanas e a manutenção do valor de R$ 1,70 para as urbanas. A última opção seria a variação do preço tarifário de acordo com a distância percorrida pelas linhas metropolitanas, mantendo também o valor de R$ 1,70 para Curitiba.