O custo de vida em Curitiba, medido pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC) para famílias que recebem de 1 a 40 salários mínimos variou -0,15% nos últimos 30 dias terminados em 7 de outubro. Os dados são do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) e foram divulgados nesta quinta-feira (15).

Os aumentos de preços em álcool combustível, que subiu 6,24%, seguido do aluguel de moradia (1,25%) foram os maiores responsáveis para que o IPC não fosse ainda menor. Em setembro, o índice geral havia sido de -0,25%. O índice-geral no acumulado do ano ficou em 2,2% e o dos últimos doze meses em 2,64%.

 

Além do álcool combustível e do aluguel de moradia, os principais itens com alta foram batata-inglesa (20%), condomínio (1,62%), gás de botijão (6,47%), lanche (3,80%), blusa feminina (5,98%), agasalho infantil (16,32%), telefone residencial (1,1%) e plano de saúde (1,04%).

Os itens que mais contribuíram para o índice negativo foram passagem de avião (-37,92%), leite pasteurizado (-7,53%), conserto de veículos (-2,88%), tênis para adulto (-6,86%), sapato feminino (-7,57%), móvel para copa e cozinha (-6,23%), teclado musical (-21,96%), carpete (-11,22%), perfume (-3,59%) e seguro voluntário de veículo (-4,14%).

Para o cálculo da inflação, o Ipardes coleta, mensalmente, em Curitiba, cerca de 60 mil preços de produtos consumidos por famílias que ganhavam de R$ 465 a R$ 18.600.