As vendas do comércio varejista crescem 0,9% em novembro em relação a outubro, na série com ajuste sazonal, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quarta-feira, 14. O resultado veio dentro do intervalo das estimativas dos analistas ouvidos pelo AE Projeções, que esperavam desde queda de 1,30% a alta de 1,70%, com mediana de positiva de 0,20%.

Na comparação com novembro de 2013, sem ajuste sazonal, as vendas do varejo avançaram 1,00% em novembro. Nesse confronto, as projeções vão de declínio de 2,30% a crescimento de 1,60%, com mediana negativa de 0,30%. As vendas do varejo restrito acumulam alta de 2,4% de janeiro a novembro de 2014 e aumentam 2,6% em 12 meses.

Quanto ao varejo ampliado, que inclui as atividades de material de construção e de veículos, as vendas cresceram 1,2% em novembro ante outubro, na série com ajuste sazonal. O resultado veio dentro do intervalo das estimativas dos analistas ouvidos pelo AE Projeções, que esperavam redução de 0,10% a alta de 2,50%, com mediana positiva de 0,90%.

Na comparação com novembro de 2013, sem ajuste, as vendas do varejo ampliado recuaram 2,7% em novembro de 2014. Nesse confronto, as projeções variavam de recuo de 1,70% a 5,40%, com mediana negativa de 3,50%. Até novembro, as vendas do comércio varejista ampliado acumulam queda de 1,6% no ano de 2014 e recuo de 1,2% em 12 meses.

Média móvel

O índice de média móvel trimestral das vendas do comércio varejista restrito subiu 0,9% no trimestre encerrado em novembro de 2014. No varejo ampliado, que inclui as atividades de veículos e material de construção, o índice de média móvel trimestral das vendas subiu 1,3% no trimestre encerrado em novembro.

Revisão

O IBGE revisou o volume de vendas no varejo em outubro ante setembro, de 1,0% para 1,3%. A taxa de setembro ante agosto foi revista de 0,4% para 0,5%, e a de agosto ante julho passou de 1,4% para 1,5%. A taxa do varejo ampliado também passou por revisão. Em outubro ante setembro o resultado saiu de 1,7% para 1,9%, e o resultado de setembro ante agosto passou de 0,6% para 0,8%.