A Executiva Nacional do PFL está reunida neste momento e vai fechar questão contra a Medida Provisória 232, que aumenta a carga tributária das empresas prestadoras de serviço e corrige em 10% a tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física.

O senador Antonio Carlos Magalhães (BA), fez há pouco discurso pela rejeição da MP. O partido vai propor medidas alternativas para a correção da tabela do IR. O PFL sugere que a tabela seja corrigida por um destes três índices: o IGP-DI, que nos último s dois anos atingiu 20,74%, o IPCA, que no período acumulou 18,14%, ou o INPC, que também nos últimos dois anos somou 17,15%.

Com relação ao aumento da carga tributária das empresas prestadoras de serviço, o partido propõe emendas supressivas, eliminando todos os aumentos previstos. A idéia do PFL é adotar uma posição radical internamente, para punir, se necessário, quem não votar com o partido nessa questão. Até mesmo os ausentes na votação serão punidos.