O governo apresentou hoje um calendário inusitado para a aprovação da chamada PEC (Proposta de Emenda Constitucional) paralela , criada para alterar a reforma da Previdência. Nesse cenário, o texto seria aprovado até o dia 10 de dezembro em segundo turno, seguindo para apreciação da Câmara dos Deputados.

Nos cálculos governistas, haverá redução de prazos dentro do Senado –a PEC paralela ainda não foi votada em primeiro turno e está na fase de recebimento de emendas. Se isso acontecer, a PEC corre o risco de ser aprovada antes do segundo turno da reforma original.

Confrontado com essa situação, o líder do governo no Senado, Aloizio Mercadante (PT-SP), preferiu não dar declarações. Insistiu apenas que o governo dá a mesma importância para as duas PECs.