Brasília – Empresários americanos estão no Brasil nesta semana para avaliar as ações do Plano Hemisférico para Erradicação da Febre Aftosa e pedir rapidez na execução das ações. A informação foi dada hoje (25) pelo presidente do Grupo Interamericano para Erradicação de Febre Aftosa (Giefa), Sebastião Guedes

Ele disse que o grupo conta com US$ 49 milhões para ações de erradicação da doença nas áreas críticas do continente, que incluem as fronteiras do Brasil com o Paraguai e com a Bolívia, além da região do Chaco, Venezuela e Equador. Esses recursos serão aplicados na educação sanitária de pecuaristas das regiões vigilância, principalmente nas áreas de fronteira e cadastramento das fazendas destinadas à pecuária de corte

"Se nós não eliminarmos a aftosa da América do Sul como um todo, sempre teremos notícias de casos isolados,", disse o presidente do Forum Nacional Permanente de Pecuária de Corte da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Antenor Nogueira. Parte dos recursos do Giefa foram doados por empresários americanos. O interesse dos Estados Unidos no controle da doença é evitar um foco no rebanho local. A doença foi erradicada nos EUA há 75 anos. Desde então, o rebanho não é vacinado, explicou Guedes.