O Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) de até 22 de fevereiro subiu 0,10%, ante alta de 0,16% no IPC-S anterior, de até 15 de fevereiro. A taxa, divulgada hoje pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), ficou dentro das estimativas dos analistas do mercado financeiro, que esperavam um resultado entre -0,05% a 0,16%, e acima da mediana das expectativas (0,04%).

Segundo a FGV, a elevação menos intensa na taxa do indicador foi influenciada por desaceleração de preços no grupo Educação, Leitura e Recreação (de 1,23% para 0,71%), na passagem do IPC-S de até 15 de fevereiro para o indicador de até 22 de fevereiro. Dos sete grupos que compõem o indicador, cinco registraram desaceleração e até deflação de preços, no mesmo período de comparação. Além de Educação, é o caso de Habitação (de variação zero para -0 03%); Vestuário (de -1,19% para -1,43%); Transportes (de 1,17% para 1,15%) e Despesas Diversas (de 0,33% para 0,24%).

Os outros grupos registraram aceleração de preços ou deflação menos intensa, como Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,46% para 0,54%) e Alimentação (de -0,36% para -0,35%). Por produtos, as altas de preço mais expressivas no IPC-S de até 22 de fevereiro foram registradas em açúcar refinado (14,90%); tarifa de ônibus urbano ( 1,48%); e gasolina (1,09%). Já as mais expressivas quedas de preço foram registradas por batata-inglesa (-8,04%); tomate (-18,02%) e mamão da amazônia – papaya (-15 71%).