Rio – O Ministério Público Federal anunciou, em nota à imprensa, que instaurou procedimento administrativo para apurar o desaparecimento dos mais de R$ 2 milhões apreendidos pela Operação Caravelas e que foram roubados do cofre do cartório da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Polícia Federal do Rio.

Em ofício enviado hoje ao superintendente da Polícia Federal no estado, Milton José Rodrigues, o Ministério Público também determinou prazo de 24 horas para receber o nome e a qualificação de todos os policiais que participaram da operação.

O Ministério Público questiona o motivo para o dinheiro não ter sido depositado em uma instituição bancária oficial, como é praxe em situações como essa.

Em notas de euro, dólar e real, os mais de R$ 2 milhões foram apreendidos no final da semana com Antônio Damaso, português apontado pela Polícia Federal como chefe de uma quadrilha de tráfico internacional de drogas.