Mais de cem pessoas se reuniram em São Francisco para participar da 2a edição de uma “maratona” decididamente peculiar: a “Masturbate-a-Thon”, uma competição para verdadeiros atletas do onanismo. Os organizadores do insólito evento declararam que pretendiam levar a marturbação “dos lençóis às ruas” (“from the sheets to the streets”, em inglês), oferecendo aos participantes a possibilidade de “superar suas próprias inibições num ambiente seguro”.

Homens e mulheres entre 20 e 50 anos compareceram a um salão no Market District, um dos bairros mais vanguardistas de São Francisco, onde puderam se masturbar à vontade, ao som de músicas New Age. A “maratona” foi promovida pelo Centro para o Sexo e Cultura, uma organização sem fins lucrativos criada para “educar sexualmente os americanos”.

“Trata-se de um esforço para superar séculos de censura, de tornar a masturbação mais divertida e mais acessível”, explicou Thomas W. Laguer, professor de História da Universidade de Berkeley e autor do ensaio “Sexo solitário: a história cultural da masturbação”.