Já morreram 137 pessoas na Argentina por causa da gripe A (H1N1), a chamada gripe suína, segundo dados oficiais divulgados hoje pelo Ministério de Saúde do país. Com a confirmação de 43 novas mortes desde sábado, a Argentina passou a ser o segundo país com a maior quantidade de mortos em decorrência da epidemia da gripe suína, superando o México, onde a doença foi detectada, e perdendo apenas para os Estados Unidos, com 170 vítimas, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

Os três distritos argentinos mais afetados são a Província de Buenos Aires, que registrou 69 mortes, seguida por Santa Fé, com 42, e a Capital Federal, com 11. O restante está pulverizado nas demais províncias. O relatório do Ministério de Saúde argentino informou que 3.056 casos da doença foram confirmados por exames de laboratórios. Mas o ministro Juan Manzur calcula que o país tenha mais de 100 mil pessoas contaminadas.