Fontes da diplomacia americana anteciparam ontem que não seria desejável a interferência do Brasil no processo bilateral entre Havana e Washington. Em especial, porque a iniciativa brasileira no caso do Irã ainda não foi deglutida pela Casa Branca.

O Departamento de Estado não foi consultado sobre essa intenção, o que esvazia a tese de que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteja buscando mais um terreno no qual apresentar-se como mediador de conflitos.

Até ontem, não estava confirmado o encontro do chanceler brasileiro, Celso Amorim, com o ex-líder cubano Fidel Castro. Mas essa conversa é esperada pela diplomacia brasileira. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.