Soldados colombianos mataram 12 rebeldes numa incursão noturna em região central do país, enquanto 10 militares foram mortos em outros confrontos contra guerrilhas, perto da fronteira com a Venezuela, segundo informou o Exército da Colômbia neste domingo.

Entre os rebeldes mortos estão quatro mulheres e oito homens que tinham a tarefa de garantir a segurança de Guillermo Leon Saenz, conhecido como Alfonso Cano, um dos líderes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). O Exército disse que eles morreram em um ataque realizado na província central de Tolima. A guerrilheira executada Magaly Grannobles, também conhecida como Marleny Rondon, chefiava uma das unidades responsáveis pela segurança de Cano.

O general comandante das forças militares da Colômbia, Freddy Padilla, disse que “se trata de uma importante derrota para as guerrilhas, porque esta terrorista (Rondon), que assassinou cerca de 70 soldados colombianos e oficiais de polícia, era muito importante para Cano”.

Em outra situação, 10 soldados morreram pela manhã em batalha na província de Arauca, fronteira com a Venezuela, de acordo com os militares. Os confrontos no centro e no Leste da Colômbia ocorreram um dia depois de três outros ataques atribuídos às Farc, que mataram três policiais, dois soldados e dois civis.