A presidente Dilma Rousseff (PT) condenou, em nota, o ataque ao escritório da revista satírica Charlie Hebdo nesta quarta-feira, em Paris. Ao menos 12 pessoas morreram.

Segundo um jornalista que trabalha próximo à redação da revista, duas pessoas entraram na redação e atiraram contra os funcionários. Os autores dos disparos teriam dito “Vamos vingar o profeta”.

Em 2011, houve um incêndio no escritório da revista horas antes de uma edição especial da publicação semanal com o profeta Maomé ir às bancas. A representação de Maomé é inaceitável para os muçulmanos.

“Esse ato de barbárie, além das lastimáveis perdas humanas, é um inaceitável ataque a um valor fundamental das sociedades democráticas – a liberdade de imprensa”, disse a presidente Dilma Rousseff, em nota encaminhada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.

Dilma disse que tomou conhecimento do “sangrento” e “intolerável atentado terrorista” com “profundo pesar” e “indignação”.

“Nesse momento de dor e sofrimento, desejo estender aos familiares das vítimas minhas condolências. Quero expressar, igualmente ao Presidente Hollande e ao povo francês, a solidariedade de meu governo e da nação brasileira”, diz na nota a presidente.