Em uma troca de tiros, o exército do Quênia matou 11 militantes, incluindo dois estrangeiros, do grupo extremista somali Al-Shabab. Dois soldados também morreram, disse o porta-voz do exército, coronel David Obonyo, neste domingo.

Os dois soldados foram mortos no tiroteio que ocorreu na madrugada de sábado para domingo quando militantes do grupo extremista atacaram um acampamento do exército em Lamu County.

Segundo o coronel, os corpos dos militantes ainda não foram identificados, pois eles estavam sem nenhum tipo de identificação.

O Al-Shabab é conhecido por recrutar combatentes estrangeiros de países vizinhos e no exterior, incluindo os Estados Unidos e Inglaterra.

O ataque de domingo ocorreu um dia antes do aniversário de um ataque do Al-Shabab em Mpeketoni, cidade de Lamu County, quando 48 cristãos foram mortos em um banho de sangue que se prolongou por horas sem qualquer intervenção das forças de segurança.

Os militantes da Al-Shabab dizem que estão realizando ataques no Quênia porque o país está entre os países africanos que têm implantado tropas na Somália para lutar contra os militantes que estão travando um combate contra o fraco governo da Somália.

O Al-Shabab controlava a maior parte de Mogadíscio, capital da Somália, entre 2007 e 2011. O grupo, que tem ligações com a Al-Qaeda, tem visto seu território ser reduzida após militares da União Africana e das forças somalis terem lutado contra. Fonte: Associated Press