A Justiça de Guiana decidiu permitir o ex-presidente Bharrat Jagdeo a viajar para o exterior, apesar de o ex-chefe de Estado enfrentar nos tribunais acusações de incitar o ódio racial.

A promotoria afirmou à Associated Press que um juiz decidiu reverter uma decisão que impedia Jagdeo de viajar. O ex-presidente foi acusado formalmente na última segunda-feira de ter feito comentários racistas antes das eleições gerais do dia 11 de maio. Segundo promotores, Jagdeo teria dito que deveriam expulsar certos membros do Partido Popular Progressista, dominado por descendentes de índios, como o ex-presidente.

Se for condenado, Jagdeo pode passar dois anos na prisão e pagar multa de até US$ 500. Fonte: Associated Press.