Uma idosa cubana viveu mais de 40 anos com um feto mumificado dentro de seu corpo. Segundo o jornal Juventud Rebelde, Juana Morales Jiménez, 84 anos, residente em Piñal do Rio, a 175 km de Havana, vivia com um feto mumificado em seu abdome. Segundo a publicação, trata-se de uma raridade na literatura médica mundial, já que há 300 casos registrados em quatro séculos. O jornal explica que no dia 24 de junho Juana procurou o hospital local por causa de uma forte dor abdominal. Os médicos diagnosticaram então uma hérnia. A idosa foi operada, mas os médicos se surpreenderam ao encontrar um feto mumificado. Segundo os médicos, o feto se encontrava na posição do útero, mas fora dele e sem a irrigação freqüente de sangue, flutuando na cavidade pélvica. O feto estava com cerca de 20 semanas, em função da quantidade de ossos formados, apesar de seu tamanho ser de oito semanas porque a degeneração proteica e a calcificação o reduziram.