Funcionários de Segurança e Saúde do Egito disseram que o número de mortos em novas manifestações no país subiu para 17, após dezenas de milhares de partidários da Irmandade Muçulmana irem às ruas para desafiar o estado de emergência imposto pelo Exército após os confrontos sangrentos no Cairo nesta semana.

Funcionários de Segurança disseram que oito pessoas foram mortas na província Dumyat, no Delta do Nilo, no norte do Cairo, e quatro pessoas morreram na cidade de Ismailiya, no Canal de Suez. A causa das mortes não foi imediatamente esclarecida. Os funcionários disseram que cinco policiais morreram também no país.

A Irmandade Muçulmana disse que 25 pessoas morreram em um local de protesto, na praça Ramses, no Cairo.

A violência emergiu à medida que islâmicos marcharam em várias cidades de todo o Egito, no que eles batizaram de “sexta-feira da ira” para protestar contra a morte de 638 pessoas durante uma operação das forças de segurança para desmontar acampamentos de protestos. Fonte: Dow Jones Newswires e da Associated Press.