A Central de Operações da Companhia de Engenharia e Tráfego (CET) informou há pouco que não há previsão para liberação das pistas expressa e local da Marginal Pinheiros sentido Rodovia Castello Branco, interditadas em razão do desabamento do canteiro de obras de construção de um trecho da linha 4 do Metrô, na tarde de ontem. Segundo a central, a liberação das faixas depende da evolução dos trabalhos de busca por vítimas coordenados pelo Corpo de Bombeiros e Defesa Civil. De acordo os Bombeiros, a procura vem sendo feita ininterruptamente desde esta sexta-feira.

Continua desaparecido o microônibus da empresa Transcooper, cuja suspeita é de que tenha caído na cratera aberta pelo desabamento. Em entrevista há pouco à AE, o vice-presidente da companhia, Paulo Roberto Santos, que estava chegando ao local, disse que não tinha novidades em relação ao assunto. Ele calcula que, além do motorista e do cobrador, estariam na van cerca de cinco ou seis passageiros, número de pessoas com o qual o coletivo costuma iniciar seu trajeto, ali nas imediações. Santos citando avaliações do corpo de bombeiros, disse que a localização está complicada porque as escavações são dificultada por novos deslizamentos.

Por volta das 9h30, o site da CET informava que o congestionamento nos arredores do local do acidente chegava a 5 quilômetros. No trecho da Av. Eusébio Matoso até a Rua Quintana, havia 3,4 quilômetros de lentidão. Na Av. Dos Bandeirantes, entre a Marginal Pinheiros até a Praça Carananduba, o congestionamento era de cerca de 1 quilômetro neste horário.