O óleo vegetal derramado na Serra do Mar, na última segunda-feira, ficou concentrado em cerca de 3 km do Rio do Pinto, mas hoje à tarde ainda ameaçava chegar ao rio Nhundiaquara, que abastece Morretes. O diretor-presidente do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), Rasca Rodrigues, disse, no entanto, que é muito pouco provável que isso ocorra, porque as barreiras armadas por uma equipe de 25 pessoas estavam conseguindo conter a mancha. Além disso, a captação é feita acima da área que pode ser atingida e a distribuição de água não será afetada.
Moradores da serra canalizam a água, que é usada para consumo, irrigação e criação de peixes em tanques. Apesar de não ser tóxico, o óleo pode provocar a morte de animais e plantas por falta de oxigênio. (Leia mais na edição de amanhã do jornal O Estado do Paraná)