O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto, defendeu a necessidade de o futuro novo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, levar adiante a agenda de desonerações tributárias iniciada pelo ministro Luiz Fernando Furlan. "Vai ser preciso que o ministro tenha uma atuação forte", disse Monteiro. "Para nós interessa menos o nome e mais as políticas", afirmou.

"O que precisamos agora é que ele explicite um pouco quais são as agendas, mas evidentemente que essa posição do ministro tem que estar em consonância com as diretrizes do governo." Monteiro elogiou a trajetória profissional e a capacidade de articulação política de Miguel Jorge. "O Ministério é uma função política. A pessoa precisa ter capacidade de articulação e de interagir. Ele vem do ambiente empresarial e conhece muito o ambiente institucional. É uma pessoa que tratou de assuntos corporativos nas empresas em que trabalhou. Então, ele sabe atuar no ambiente político.