“Mais próxima do curitibano do que nunca”. É assim que a Tribuna chega hoje aos seus 57 anos, nas palavras do diretor de redação, Rafael Tavares. Para o jornalista, esta é a principal marca do jornal, que se aproximou ainda mais da comunidade e destacou a voz do leitor, contando suas histórias.

Projetos como “Caçadores de Notícias” e “Nosso Bairro, Nossa Casa”, que inicia agora sua segunda fase, contribuíram para a aproximação do público, junto com a criação da editoria feminina, a TDelas. “Nos últimos dois anos agregamos isso, nos voltamos mais para a cidade, a escrever mais sobre coisas daqui”, avalia Tavares. E isto já faz parte do DNA do jornal desde a fundação, em 1956. Seu criador João Féder – que faleceu no começo do mês – costumava dizer que “nas páginas da Tribuna, mais vale um sapo morto na Praça Tiradentes que um soldado derrubado na Guerra da Coreia”.

Evolução tecnológica

O jornal faz aniversário de cara e casa novas. A reformulação do projeto gráfico, lançada há um mês, fez com que as notícias sejam apresentadas de maneira mais organizada visualmente, permitindo melhor leitura. Além disso, depois de 39 anos instalada no Vista Alegre, a Tribuna mudou para nova sede, no Centro da cidade, o que significa, para o diretor de redação, maior vantagem em relação à evolução tecnológica.

“Temos estrutura moderna e isso também nos permite planejar mais. Hoje a Tribuna está preparada para planejar o seu futuro”, diz ele, que já adianta novidades para a editoria de Esportes, a partir de parcerias com outros veículos do Grupo Paranaense de Comunicação (GRPCom), sem esquecer da editoria de Segurança Pública, um dos principais pilares editoriais do jornal.