A apresentação da Esquadrilha da Fumaça, que estava programada para este domingo (1°) em Ponta Grossa, nos Campos Gerais, precisou ser adiada. A razão é a queda de uma das aeronaves do esquadrão no município de Pirassununga, no interior de São Paulo, na quarta-feira (27). De acordo com a Força Aérea Brasileira (FAB), nenhum dos tripulantes do avião se feriu.

Segundo informações da FAB, o acidente aconteceu logo após a decolagem da aeronave A-29 Super Tucano. Os dois tripulantes da aeronave se ejetaram antes da colisão com o solo. A corporação já iniciou uma investigação interna para apurar as causas do acidente.

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De acordo com a Prefeitura de Ponta Grossa, a nova apresentação da Esquadrilha da Fumaça ficou para o dia 8 de maio, no Jockey Club.

Em nota, a FAB informou que a aeronave A-29 Super Tucano acidentou-se em área desabitada no interior da Academia da Força Aérea (AFA). Logo após o procedimento de decolagem, os dois tripulantes ejetaram-se com sucesso, vindo a aeronave a colidir com o solo. Ambos estão bem e passam por avaliações médicas previstas para este tipo de situação. Investigadores da FAB foram ao local para também apurar os fatores contribuintes da ocorrência.

Esquadrilha da Fumaça

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil.

A Esquadrilha da Fumaça é composta por 13 pilotos, sendo que apenas um ocupa a primeira posição, a do líder. As demais, de dois a sete, são formadas por dois pilotos. Para fazer parte do grupamento, é necessário ter experiência em voo. A Força Aérea Brasileira exige dos interessados 1.500 horas de voo, sendo que 800 horas devem ser de instrução. Após a comprovação da experiência, o pedido para integrar a esquadrilha é encaminhado a um conselho que aceita ou não o novo membro. A partir daí, eles passam por treinamento teórico e realizam 80 missões (voos) de treinamento, antes de começar as apresentações pelo país.