Enquanto o caminhão de alimentos era descarregado no galpão dos fundos da Ceasa, Tatuquara, funcionários perceberam que o motorista estava tento convulsões no interior da cabine.

A sexta-feira (04) mal tinha raiado quando socorristas da Ecco-Salva entraram no caminhão e fizeram de tudo para reanimar Maxiliano Ptaszeck, 27 anos, mas o motorista sofreu parada cardiorrespiratória e morreu às 6h45.
 
De acordo com funcionários do Instituto Médico-Legal (IML), para onde o corpo foi recolhido para necropsia, Maxiliano estava com as narinas bastante lesionadas e o peito inchado, completamente roxo.

Por este motivo, foi levantada a hipótese de overdose por cocaína, mas somente o laudo do Instituto de Criminalística poderá confirmar a suspeita. Entretanto, o comentário entre os funcionários da Ceasa, que chamaram o socorro, era de que o rapaz havia usado droga até passar mal.
 
Viagem
 
Maxiliano havia carregado o caminhão nesta quinta-feira, em Pompéia, município do centro-oeste paulista, e passou a madrugada percorrendo mais de 500 quilômetros até Curitiba.

O caminhão pertence a uma transportadora de Piên, cidade 85 km ao sul da capital e por volta das 9h, o proprietário já estava na Ceasa, prestando auxílio à polícia.

Segundo ele, o Maxiliano era tranquilo e não havia trazido nenhum tipo de problema para a empresa durante os dois anos em que prestou serviços como caminhoneiro.