Começou a funcionar ontem em Curitiba o Centro de Defesa e Apoio da Mulher (Cedam), que oferece assistência social, orientação jurídica, mediação de conflitos e atendimento psicológico. Segundo o coordenador do serviço de mediação, Daniel Lopes de Moraes, a maioria das mulheres procura este tipo de atendimentos devido a problemas como violência doméstica, separação e divórcio.

O serviço era prestado pela prefeitura, mas foi desativado no ano passado. Alguns profissionais que trabalhavam no local criaram a ONG. A vice-presidente do Cedam, Isabel Kugler Mendes, comenta que para receber pensão alimentícia é preciso esperar até 3 meses para a entrevista na Defensoria Pública. No antigo serviço, as ações eram ajuizadas em até uma semana e, agora, querem imprimir o mesmo ritmo.

Dez voluntários vão estar atendendo.O serviço não é totalmente gratuito. É cobrado R$ 5,00 pelo serviço de assistência social e orientação jurídica. O atendimento nos demais serviços varia de acordo com a renda da pessoa. Quem ganha um salário mínimo paga R$ 2,00. “Mas ninguém vai deixar de ser atendido se não puder pagar”, frisa Moraes. O centro funciona no 2.º andar, do prédio do Banco da Mulher, na Praça Carlos Gomes, das 10h às 17h. Pelo telefone 232-2436 o atendimento é das 9h às 12h30 e das 13h30 às 18h.