O professor Alfredo Burzynski, de 45 anos, que recebeu quase R$ 600 em faturas falsas de contas telefônicas da operadora Vivo foi procurado ontem pela empresa que constatou fraude na emissão das contas. A assessoria da Telefônica/ Vivo explicou em nota que a situação “foi normalizada, sem ônus financeiros para o professor”.

Segundo Burzynski, a empresa garantiu que as linhas que geraram as chamadas “faturas inverídicas” foram canceladas. A operadora também reforça a recomendação da Coordenaria Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-PR) que os clientes procurem o fornecedor se receberem contas indevidas. E em nenhuma hipótese paguem por aquilo que não foi contratado. Quanto ao combate desse tipo de golpe, a Vivo explica que é difícil controlar e só pode atuar mediante denúncia das vítimas.