A morte representa o desconhecido e as pessoas têm medo de deparar com o que não conhecem. O comentário é do geriatra e professor Luiz Antônio de Sá, da Santa Casa de Curitiba, que ontem ministrou palestra no auditório do Senac, no encerramento do curso de pós-graduação em Gerontologia, do Centro Nacional de Educação Avançada (CNA).

Segundo ele, “mais do que ninguém, os gerontólogos e os geriatras convivem com a morte”, diz. “Sendo assim, eles devem compreender a apreensão dos idosos. O objetivo deste evento é justamente tornar os alunos do curso de pós-graduação mais sensíveis ao assunto.”

À tarde, o tema foi discutido em mesa-redonda com o padre Ricardo Hoepers, da Igreja Católica, o rabino Sami Goldstein, da religião judia, o sheik Maohamed Kalil, da religião muçulmana, Marcelo Huber, da religião budista, o pastor Adenir Prevedello, da religião Evangélica, e Roberto Heleno da Silveira, Espírita. . (CV)