Foi adiado para o dia 4 de maio o julgamento de Luís Felipe Manvailer, acusado de matar a advogada Tatiane Spitzner em julho de 2018. A advogada foi encontrada morta após cair do 4º andar do apartamento em que morava em Guarapuava, interior do Paraná. Manvailer é acusado de feminicídio, asfixia e fraude processual. Esta é a terceira vez que o julgamento é adiado.

O julgamento precisou ser adiado após, no último dia 10 de fevereiro, a defesa de Manvailer abandonar a sessão por terem o “trabalho cerceado”. Segundo a defesa, isso ocorreu depois que uma decisão do juiz não permitir a utilização de vídeos como prova de defesa.

Em nota, a defesa de Manvailer disse que “desde que não exista compromisso anteriormente designado também envolvendo réu preso – estará (como sempre esteve) pronta para participar do julgamento, rogando apenas para que as regras do devido processo legal sejam observadas, com imparcialidade e mediante a admissão do uso das provas constantes nos autos de processo-crime, providências e posturas que são as mais básicas para que possa existir um julgamento minimamente justo, pois calar a defesa é impedir a justiça”, diz a nota.