A “novela” da licitação dos radares de velocidade em Londrina ganhou um novo capítulo. Uma empresa do setor entrou com uma impugnação suspendendo a realização da concorrência pública, que estava marcada para acontecer na sexta-feira.

Um novo processo deve ocorrer daqui a vinte dias. Essa foi a quarta tentativa da prefeitura de Londrina em realizar a licitação para locação de radares de velocidade, cujo processo teve início em 2006.

Nesse novo edital a prefeitura alterou de 46 para 15 o total de equipamentos a serem locados. O presidente da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU), Mauro Yamamoto, argumentou que a diminuição no número de equipamentos se deu por questões orçamentárias.

O custo para o município passará a ser de R$ 45 mil por mês com a locação dos radares, e mais R$ 30 mil mensais de um equipamento móvel. O presidente da CMTU defende que a locação é muito mais vantajosa. Mas essa opinião não é unanimidade na cidade.

Desde 2006, a prefeitura enfrenta batalhas judiciais para tentar contratar o serviço. No ano passado, o Ministério Público ofereceu denúncia contra a realização da licitação.