O LPM (Laboratório de Produção de Medicamentos) da UEL (Universidade Estadual de Londrina) assina hoje, às 14h30, na Sala de Conselhos, convênios simultaneamente com as prefeituras de Curitiba e Londrina. A Prefeitura de Curitiba, representada pelo secretário da Saúde, Michele Caputo, assina convênio para a produção de 10 milhões de unidades de comprimidos a serem entregues ainda este ano. Já Londrina, representada pelo secretário da Saúde, Sílvio Fernandes, assina convênio para a produção de 6,5 milhões de comprimidos também para este ano.

O diretor do LPM, Luiz Carlos Bruschi, informa que outro convênio com o Consórcio Intergestor Paraná Saúde, que congrega aproximadamente trezentos municípios paranaenses, está em andamento para a produção de 64,5 milhões de comprimidos a serem entregues a partir de dezembro.

Segundo Bruschi, o LPM produz atualmente 32 milhões de comprimidos/ano e deve aumentar esta capacidade, até o fim do ano, para 90 milhões de unidades. Para isso, ele afirma que serão adquiridos novos equipamentos. “Já está sendo feita a licitação internacional para compra de equipamentos da ordem de R$ 1,2 milhão”, explica Bruschi. Para atingir a nova produção, deverão ser instalados uma compressora, que faz os comprimidos e uma emblistadeira, que faz a seleção e envelopagem em alumínio dos comprimidos.

Bruschi ainda informa que investimentos em curso, em negociação com o Ministério da Saúde, vão possibilitar o aumento da capacidade, em dois anos, para 350 milhões de comprimidos/ano.

A produção do LPM inclui os seguintes medicamentos: ácido acetilsalicílico, aminofilina, diazepan, dipirona, fenobarbital, furosemida, hidroclorotiazida, mebendazol, metoclopramida, metronidazol e propranolol.