Crianças e adolescentes com possibilidade de adoção e que vivem em abrigos de Curitiba poderão ter novas oportunidades de convivência familiar. Pelo menos é o que espera a organização não-governamental (ONG) Recriar, que está desenvolvendo um projeto de apadrinhamento afetivo. Para isso, a entidade vem desenvolvendo oficinas de preparação com pessoas interessadas em participar do programa, bem como com a clientela que tenha interesse nessa convivência.

De acordo com a coordenadora do projeto, Lucianne Scheidt, só em Curitiba existem 53 abrigos que atendem cerca de 600 crianças. Dessas, perto de 10% aguardam adoção. Mas como o perfil das crianças buscadas para a adoção são de recém-nascidos, o processo de destituição do poder familiar muitas vezes é lento. ?Por isso estamos incentivando o apadrinhamento afetivo, que é uma oportunidade para essas crianças e adolescentes terem chances de convivência fora do ambiente institucional?, disse. Informações: www.projetorecriar.org.br ou ligar para (41) 3264-4412.