O Plano de Promoção da Igualdade Racial do Paraná, criado em 2013, fez aumentar em 37% a empregabilidade negra no Estado no ano passado, em relação a 2020. O plano é formado por 14 membros da sociedade, 14 integrantes do governo e dois parlamentares da Assembleia Legislativa: Goura (PDT) e Tadeu Veneri (PT).

O plano está presente em 75 municípios e tem buscado o diálogo com empresas, Federação das Indústrias, Associação Comercial e Agências do Trabalhador para que se destinem vagas aos negros. “Ainda hoje, em plano século XXI, muitos empregadores excluem as pessoas de processos seletivos pela cor da pele, mesmo que estejam qualificadas. O resultado disso foi a criação de mais de 20 mil empregos para os negros, segundo o número divulgado pelo CAGED), explicou Saul Dorval da Silva, presidente do Conselho.

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O Paraná é o único estado do país a ter um Plano nesses moldes. A ideia é levar a Caravana da Igualdade Racial a todos os municípios paranaenses. “Também realizamos a V Conferência da Promoção Racial, em Maringá de forma inédita. Jamais uma política desse tipo tinha ocorrido. Agradeço o apoio desta Casa e da Secretaria da Justiça, Trabalho e Família para que essa política tenha se tornado realidade”, acrescentou.

No Paraná, são três milhões de negros, 28% da população do estado. O Movimento negro conta com 75 mil militantes no estado e 700 mil no país. O deputado Romanelli defendeu o princípio Aristotélico para defender a extinção da intolerância racial. “Aos desiguais, um tratamento desigual, na medida da sua desigualdade. Somos todos absolutamente iguais, independentemente da origem. Não podemos cogitar que há superioridade por causa da cor da pele. O caminho para o fim do racismo, e para a construção de uma sociedade mais justa, passa pela educação, pela disseminação dos bons ensinamentos e do amor ao próximo. Nós somos os agentes da mudança”, concluiu.

Acompanharam o presidente do Conselho, o professor Alexandre César, vice-presidente; Isaac Ferreira, coordenador da Política de Promoção da Igualdade Racial da Secretaria Estadual da Justiça e Família (SEJUF);  Sílvio Jardim, diretor do Departamento de Justiça da SEJUF; e Andréa Corá, secretária executiva do Conselho.

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