A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) e o escritório da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informaram que já existe um protocolo específico para se identificar qualquer suspeita de ebola nos terminais brasileira e que a divulgação das informações foi intensificada a partir de agosto
deste ano.

Por e-mail, a Appa disse que cartazes em inglês e português estão espalhados nas áreas de maior circulação dos portos do estado (tanto no cais quanto nas proximidades dos prédios administrativos). Embora pelo protocolo da Anvisa o atendimento direto a qualquer pessoa suspeita de ter o vírus tenha de ser feito pelo Samu, a Appa também informou que foram comprados, em caso de necessidade, cinco jogos completos de equipamentos de segurança sanitária, compostos por máscara N95, óculos de ampla visão, macacão com gorro, botas e luvas impermeáveis.

Entre janeiro e julho deste ano, 1.405 embarcações, com quase 28 mil tripulantes, atracaram nos portos do Paraná. Destas, apenas quatro vieram de países de alto risco quando o assunto é o ebola: Serra Leoa, Nigéria e Libéria.