Fábio Alexandre
Prefeitura vence na Justiça.

O Tribunal de Justiça cassou ontem a liminar que paralisava as obras da Prefeitura na Praça Miguel Couto, a Pracinha do Batel. Em seu despacho, a desembargadora Regina Afonso Portes, da 1.ª Vara da Fazenda Pública, afirmou que o provimento ao recurso solicitado pelo município foi dado por entender que o interesse público tem supremacia sobre o interesse privado.

O despacho da Justiça também conclui que a pracinha não faz parte do patrimônio tombado da cidade, e que o fluxo viário na região sofrerá sensível melhora e, como tal, a qualidade de vida dos cidadãos. Informa ainda o despacho da desembargadora que a Pracinha do Batel não será demolida ou destruída, mas apenas remodelada, razão pela qual não há motivo para postergar a imediata continuidade das obras no local.

O projeto da Prefeitura de Curitiba foi desenvolvido pelo Ippuc. Segundo a assessoria de imprensa do Executivo, com as obras, a pracinha ficará maior e melhor, com mais espaço, equipamentos e melhorias no paisagismo. A praça será anexada a um jardinete próximo, ganhando mais 295 metros quadrados de área. Além disso, a reformulação do sistema viário desafogará a ligação entre os bairros Água Verde e Bigorrilho, na região do Batel.