Sistematizar processos, experiências e tecnologias definindo parâmetros para a recuperação ambiental é um dos objetivos da Reunião Técnica para discutir "Indicadores na Recuperação de Áreas Degradadas". O encontro, promovido pelo SOBRADE – Sociedade Brasileira de Recuperação de Áreas Degradadas, será realizado nos dias 10 e 11 de novembro no campus do Jardim Botânico.

Na pauta, a "Política Ambiental, Legislação e Sistema de Licenciamentos"; "Práticas e Alternativas de Recuperação de Solos Degradados"; "Recuperação Ambiental de Aterros/Depósitos de Resíduos Urbanos"; "Remediação de Solos e Águas Contaminadas"; "Análise de Riscos Ambientais", além de outros assuntos de interesse na área.

Programa

Estarão presentes à reunião abordando temas diversos representantes da Assessoria Jurídica da SEMA – Secretaria do Meio Ambiente do Paraná, da UFSC – Universidade Federal de Santa Catarina, USP – Universidade de São Paulo, UFPR, UNB – Universidade de Brasília, UNICEMP, UFT – Universidade Federal do Tocantins, UFV – Universidade Federal de Viçosa, da Embrapa Florestas, da FURB – Universidade Regional de Blumenau, do IBAMA e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

Simultaneamente à Reunião Técnica está prevista a realização de minicursos sobre a "Reconstrução de Solos a partir de Substratos Minerados" e "Degradação, Manejo e Recuperação de Ecossistemas Aquáticos", ambos nos dias 12 e 13 de novembro.

Resultados

Coordenando os eventos da área desde 1992, o professor Maurício Balensiefer, do Departamento de Ciências Florestais destaca que, segundo dados publicados, a degradação avança 16 vezes mais rapidamente do que a recuperação. "Para cada hectare em recuperação existem outros 16 em degradação", informa o professor. Entretanto, "em decorrência desses encontros várias técnicas modernas têm sido utilizadas na recuperação dessas áreas aproveitando os recursos naturais, por exemplo", explica Balensiefer.