Foto: Chuniti Kawamura

Trabalhadores da limpeza pública de Curitiba: acordo recusado.

Ainda não há uma decisão por parte dos garis, lixeiros e roçadores de Curitiba e da Cavo, empresa responsável pela operação da limpeza pública, quanto ao reajuste salarial da categoria. Ontem, a empresa apresentou proposta de aumento de 6%, contra os 5,43% oferecidos anteriormente.

O montante foi recusado pelos trabalhadores. A empresa teria pedido novo prazo, até sexta-feira, para tentar chegar a um consenso junto ao Sindicato dos Empregados em Empresas de Asseio e Conservação (Siemaco), que representa a categoria. O sindicato espera uma proposta de reajuste maior por parte da Cavo. No domingo, eles se reúnem em assembléia para discutir o que será apresentado pela empresa na sexta-feira e decidem se paralisam as atividades. De acordo com o Siemaco, se não houver reajuste satisfatório (o sindicato pleiteia 10%), os trabalhadores iniciam greve na próxima segunda-feira. A última paralisação da categoria aconteceu há quatro anos. Em três dias de greve, 4 mil toneladas de lixo deixaram de ser recolhidas.