A morte de uma menina de 14 anos em Foz do Iguaçu, por conta da gripe A (H1N1), evidenciou que as vacinas não são 100% confiáveis. A menina, que morreu no último domingo, tomou a vacina contra a doença, mas mesmo assim sofreu complicações e acabou falecendo.

Desta forma, a coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba, Juliane Oliveira, alerta para os cuidados que se deve ter com a gripe, independentemente da vacinação em massa. Segundo ela, nenhuma vacina, para qualquer tipo de doença, é 100% eficaz. “Sabemos que existe um percentual de pessoas que não responde à imunização, não produz os anticorpos. Então quem tiver os sintomas de gripe forte, mesmo que tenha tomado a vacina, deve procurar o médico”, alertou.

Neste ano, Curitiba registrou três casos de gripe A. No ano passado, foram 1.300, com 49 óbitos. Em todo o Paraná são 1.655 casos confirmados. As cidades de Londrina, no norte, e Telêmaco Borba, no centro do estado, estenderam a vacinação.