Foto por: Paballo Thekiso

O chefe da polícia sul-africana, Bheki Cele, passou em revista os agentes que foram chamados para trabalhar na final da Copa do Mundo, no Soccer City, que teve a segurança reforçada para o jogo entre Espanha e Holanda.

“Todo o mundo espera a partir de agora que vocês mantenham a ordem que impuseram”, afirma, diante de cerca de 200 homens e mulheres devidamente uniformizados, que realizaram marcha perto do estádio.

Centenas de outros membros das polícias nacional e municipal, do Exército e das forças especiais estavam nos arredores do Soccer City.

Para reforçar a segurança do jogo, em que estarão muitos chefes de Estado e artistas, o espaço aéreo do estádio foi fechado, assim como o trânsito.

Bheki Cele não poupou elogios ao trabalho das tropas. “Não estou feliz, estou nas nuvens. Fizeram um trabalho que deixaram os sul-africanos orgulhoso”, declarou.

A África do Sul tem um dos mais altos níveis de criminalidade do mundo, com 50 homicídios por dia, o que causou muitas incertezas sobre o bom desenvolvimento do Mundial.

Mas a convocação de 44.000 policiais extras e a implementação de tribunais de exceção muito severos mantiveram a segurança dos extrangeiros.

A não ser um turista americano que foi ferido com um tiro durante um assalto, nenhum outro visitante se machucou em incidentes deste tipo.