A Assembléia Legislativa instala hoje as Comissões Parlamentares de Inquérito da Reforma Agrária e das Universidades.

A CPI do Porto, protocolada pelo deputado Valdir Leite (PPS) na última sexta-feira, tem prazo de 48 horas para que as bancadas indiquem seus representantes. Como o assunto é polêmico e o número de vagas – sete – reduzido, foi formada uma comissão para buscar o consenso nas indicações, constituída pelos deputados Marcos Isfer (PPS), Élio Rusch (PFL) e José Maria Ferreira (PMDB).

Segundo o futuro líder do governo na Assembléia, deputado Natálio Stica (PT), a bancada aliada, da qual o PPS faz parte, está liberada para fazer suas indicações. Dentro do próprio PPS a CPI não é uma unanimidade: o líder da bancada, deputado Marcos Isfer, preferia esperar a conclusão da comissão permanente de Fiscalização e Controle.

A CPI da Reforma Agrária, instalada ontem, tem como membros os deputados Vanderlei Iensen (PMDB), José Maria Ferreira (PMDB), Mário Bradock (PMDB), Ademir Bier (PMDB), Marcos Isfer (PPS), Ailton Araújo (PTB), Fernando Ribas Carli (PP), Padre Paulo (PT), André Vargas (PT), Elton Welter (PT), Luiz Accorsi (PSDB), Nelson Garcia (PSDB), Élio Rusch (PFL), Renato Gaúcho (PSDB) e Chico Noroeste (PL). Os suplentes são Dobrandino da Silva (PMDB), Antônio Anibelli (PMDB), Alexandre Curi (PMDB), Rafael Greca (PMDB), Valdir Leite (PPS), Duílio Genari (PP), Pedro Ivo (PT), Luciana Rafagnin (PT), Nelson Tureck (PSDB), Miltinho Puppio (PSDB), Plauto Miró (PFL) e Neivo Beraldin (PDT).

A das Universidades, também instalada ontem, tem na presidência o deputado Mário Bradock (PMDB), e como membros Elza Correia (PMDB), Ratinho Júnior (PPS), Hermes Fonseca (PT), Nelson Tureck (PSDB), Neivo Beraldin (PDT), José Maria ferreira (PMDB), Artagão Mattos Leão (PMDB), Valdir Leite (PPS), Durval Amaral (PFL), Tadeu Veneri (PT), Miltinho Puppio (PSDB) e Barbosa Neto (PDT).

Se for mantida a praxe, o deputado Mário Bradock, autor do requerimento para criação da CPI das Universidades, será seu presidente. No caso da CPI da Reforma Agrária, porém, um acordo impede que seu propositor, o deputado Plauto Guimarães, seja o presidente: o cargo não poderá ficar nas mãos de proprietários de terras, como é o líder do PFL.