A decisão de Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, sobre o passaporte vacinal colocou o ministro novamente na mira da rede de apoiadores bolsonaristas que o atacou à época do imbróglio sobre o voto impresso.

Tão logo o despacho do ministro veio a público, ele passou a ser criticado nas redes sociais por parlamentares da base do governo e páginas bolsonaristas.

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A expectativa é a de que ação de Barroso seja usada por Bolsonaro para seguir na linha dos últimos dias, quando de novo voltou a fazer críticas ao Supremo. Um relativo período de calmaria teve início logo após os atos de 7 de setembro, quando o presidente conversou com Alexandre de Moraes.

Ao Painel o deputado Bibo Nunes (PSL) classificou a decisão como desrespeito aos demais Poderes e disse que o sonho de Barroso é ser ministro da Saúde. “Divina decadência do STF”, afirmou.

O relator da PEC do Voto Impresso, Filipe Barros (PSL-PR), atacou nas redes sociais a decisão e disse que além de ativismo judicial se trata da “corrupção da democracia”. O parlamentar disse que irá apresentar um projeto de decreto legislativo contra a imposição de Barroso.

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