O presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira (7), que vai tirar o status de ministério da pasta do Trabalho. Ela será incorporada a “outro ministério”, disse o presidente eleito em coletiva de imprensa, em Brasília. Ele não deu detalhes sobre a mudança.

“O Ministério do Trabalho vai ser incorporado a algum ministério”, afirmou. Bolsonaro deu a declaração após cumprir agenda no Superior Tribunal de Justiça (STJ) com o juiz Sérgio Moro, seu futuro ministro da Justiça. Bolsonaro também falou no possível número de ministérios de seu governo. “Talvez 17, é um bom número”, afirmou o presidente eleito.

Na terça-feira (6), o futuro ministro-chefe da Casa Civil do governo Bolsonaro, Onyx Lorenzoni, ironizou críticas de centrais sindicais sobre o possível fim, agora confirmado, do ministério. “Se dependesse das centrais sindicais brasileiras, o deputado Bolsonaro não era presidente. Vamos fazer o que é melhor para o Brasil.”

Diante dos sinais de que poderia passar por mudanças, o ministério emitiu uma nota, também na terça, em que afirmou que “o futuro do trabalho e suas múltiplas e complexas relações precisam de um ambiente institucional adequado para a sua compatibilização produtiva”.

Lobby pela Agricultura

Representantes da Frente Parlamentar da Agricultura foram ao Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), nesta quarta-feira (7), onde foi montada a estrutura para o governo de transição do presidente eleito Jair Bolsonaro.

Segundo o deputado Nelson Marquezelli (PTB-SP), a intenção era indicar nomes para o Ministério da Agricultura. Entre eles, estava o da deputada Tereza Cristina (DEM-MS), presidente da frente. Já no fim da tarde desta quarta, Bolsonaro confirmou, em seu Twitter, que a parlamentar será ministra da Agricultura de seu governo.

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